
Esse é um dos maiores equívocos quando se fala em gestão, projetos e portfólio. Muita gente associa governança a:
- mais formulários;
- mais aprovações;
- mais reuniões;
- mais controles;
- mais lentidão.
Mas uma governança bem desenhada deveria fazer justamente o contrário. Ela deve ajudar a organização a:
- decidir melhor;
- priorizar com mais clareza;
- alocar recursos com critério;
- acompanhar resultados;
- agir de forma proporcional ao risco e à complexidade.
É por isso que prefiro falar em governança adaptativa.
Uma governança que se ajusta ao contexto, à maturidade, ao risco e às necessidades do negócio.
- Sem excesso de burocracia.
- Sem controles que não agregam valor.
- Sem transformar a empresa em refém do próprio processo
O objetivo não é controlar mais. É decidir melhor, com menos burocracia e mais clareza.
Quando os recursos são escassos, governança não pode ser peso adicional. Ela precisa ser um mecanismo para priorizar melhor, executar com mais foco e gerar mais valor.